it's the final countdown


© rabiscos vieira

falta 1 ano para os jogos de pequim

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 11

tinha pensado não inserir a mesma banda em dois posts seguidos desta rubrica mas em hoje havendo aniversário do massacre de sharon tate e amigos, a deixa é irresistível.



mão morta, charles manson

vieira, josé vilhena dos pequeninos


a imagem que aqui se posta devia ter tido honras de premiere no habitual 5 dias. sucede que a mesma era um tudo nada debochada, com um je ne sais quoi de ultrajante e como tal ficou em águas de bacalhau. não os censuro, afinal de contas são os donos da casa e eu sou um tipo que se faz de convidado, impulsivo e com alma de carroceiro. a ilustração em causa glosava a capa do el jueves que foi retirada do mercado por ofensa à família real espanhola. no lugar de felipe e letizia campeavam dom duarte e dona isabel de herédia, com uma canzana à antiga portuguesa. como resolvi publicá-la aqui velada de preto resta aos meus 12 leitores a imaginação. mas não com demasiado afinco, porque diz que isso provoca cegueira.
constata-se que há um outro limite para a decência, na blogosfera como na vida estamos sempre a aprender.

associações de ideias

© rabiscos vieira

ao ler no courrier um artigo sobre o drama das crianças-soldado não pude evitar lembrar-me do psd de marques mendes

um esquerdalho cheio de carinhos pela alta finança



um vídeo dedicado aqui pelo rapaz ao sistema informático do bcp

geógrafos imperfeitos

Ruca considera que se há um país chamado geórgia também devia haver um chamado gorete.

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 10

um certo tipo de adolescência no fio da navalha, as guitarras, ambas, ritmo e solo, a disputaram o protagonismo à voz cavernosa, uma segunda parte instrumental que mimetiza a primeira, desconstrução pop que abre para final clássico de repetição do fraseado. e as guitarras lá, em torvelinho.



mão morta, facas em sangue

a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos


batalhas de são escrivá, publicada originalmente no sítio do costume, mesmo antes do crash informático que há quem diga ter sido intencional. e à bruta.

os malefícios do fast-food

só faltava agora darem com a ex-menina desaparecida feita em hamburguer à portimonense.

nova rubrica, o elogio do fracasso


propostas inéditas que ficaram no papel. aqui e aqui, em riscar.net. os thumbnails do lado direito escondem mais riscadelas

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irmaolucia, o blogue démodé que não calça sapatos crocos.

queria muito

queria muito pertencer à esquerda fracturante mas o melhor que consegui foi uma cabeça partida dentro de casa, seguida de dois pontos a sangue frio no posto 25. circa 1979.

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 9

a malha é comandada pela bateria, em breaks sucessivos, o resto é guitarra tocada à navalha e baixo a aproximar-se aos tons agudos. as vozes frenéticas, claro. tenho fé nestes miúdos.



klaxons, totem on the timeline

mÚSICA & dESIGN


a salvação a preço de saldo

democracia à portuguesa, uma metáfora

segundo o Público de hoje o parlamento está infestado de caruncho.

também conhecido como "nib desfalcado"

sofrimento psicológico afecta mais de um em cada quatro portugueses.

manchete do Público, 4/8, sem link

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irmaolucia, o blogue pouco gráfico que nunca postou um quadro do edward hopper.

SIDES vai recorrer do encerramento da universidade independente

há algo de errado com uma instituição gestora cujo nome soa a doença incurável.

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 8

o que ganhou como actor global perdeu como talento musical. os tempos de criatividade já foram mais áureos, para setembro anuncia-se novo disco a solo, a ver vamos, como diz o ceguinho



mano negra, señor matanza

eu e o ecrã em 2007, take 23

© rabiscos vieira

na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amar sempre, sempre, quentin tarantino

coisas que nos mimam a caixa do correio

acidentes bíblicos

no afã de esborrachar os filisteus com o opinião própria isabel pires de lima, espécie de sansão sem tranças ao serviço do senhor pinto de sousa, enviou borda fora a dalila do mnaa. antes caladinha que competente, lá diz o povo [qual?].

a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos


cuba vencer...óóóóóóóps, publicada originalmente ali

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 7

senhores de um magnífico hip hop, alicerçado no inesperado baixo-bateria-guitarra que costuma provocar alergia aos ditos mestres de cerimónias da comunidade boné para trás, cinta descaída para a frente.



the roots (featuring mamouna youssef), don't feel right



um post que dura dois lanços de escadas-rolantes

já os tinha micado na fnac chiado, a trajarem preto retinto, cobertos de roupas, rendas, quinquilharia demoníaca, pulseiras e correntes, gabardine e blusa de manga comprida, ele, corpete de ilhoses de tardoz e casaquinho de múltiplas rendas, ela, ambos de botas cardadas ou quase, calça comprida para o menino, anéis, caveiras, ou tudo junto, unha preta sem entalão na porta, saia de cetim preto para a menina e agora descem à minha frente, todos nós parados, as escadas a enfiarem-nos no túnel do metropolitano, e ele abraçado à musa niilista a dar-lhe palmadas robóticas no rabiosque, em registo autómato-apanhado-a-jogar-flippers, pás, pás, pás, o amor é negro, a paixão é gótica, a carne é fraca, novo lanço mais pás, pás, pás, ela escanchada ao pescoço acamado em tecido impermeável, ele na ladainha das mãos, vem aí piso térreo, acaba-se o ritmo da palmadinha tempos modernos e acama-se o traseiro da menina com um swinging fist, um menear de pulso que comanda a palmadinha, agora suave, em sentido ascendente, paf, paf, paf, como quem se certifica se o bebé fez pupu, e aquele pulso, aquela rotação, faites attention meninas alfacinhas, o roger federer dos apalpões anda à solta por lisboa.

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irmaolucia, um blogue pestilento que este ano não vai a banhos.

amores imperfeitos # 136

Sandro garante que blow up é uma homenagem à swinging london de sessenta, Carina espanta-se que nessa altura já andassem nas trocas de casais.

é o politicamente correcto, estúpido

estava a ler acerca do neo-fascismo da disney à bulha com o tabaco e as mensagens perniciosas para as criancinhas e lembrei-me do marco, opus maior da minha pequenez, motivo de choro e sofrimento, pejado de mensagens traumatizantes, o abandono maternal, o trabalho infantil, a imigração ilegal, a utilização de um sagui fora do seu habitat natural. tenho a vida feita em cacos por causa do porto italiano, do macaquinho e da mãe tuberculosa. imagine-se se todos eles puxassem do cigarrinho, foda-se aí é que eu me suicidava.

a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos


tour de Farça, originalmente publicado no sítio do costume

uma música por dia é como tomar uma colher de tonosol # 6

estava-se em 1988, havia gente a criar grandes discos enquanto eu vestia a minha camisola cinza, oferta do merchandising cola-cao em parceria com os jogos de seoul. uma canção tão brilhante como a medalha da rosa mota, executada por músicos com muito menos bigode.
acrescente-se que canções com a voz do lee ranaldo são quase sempre as minhas favoritas.



sonic youth, eric's trip