esta noite, por esse portugal fora, milhares de crianças vibram com a estreia televisiva de high school musical 2. em são joão da madeira espera-se pela versão fábrica de sapatos musical 1, referência mais compreensível para a generalidade dos miúdos.
diferenças insanáveis
Publicada por pedro vieira em 30.9.07 2 comentários
o comentário que falta
muda o cabecilha no pomar das laranjeiras e a somague nem chus nem mus?
Publicada por pedro vieira em 29.9.07 2 comentários
vinte discos que eu salvava das garras do ministério para a promoção da virtude e prevenção do vício # 16
Publicada por pedro vieira em 29.9.07 7 comentários
a incontornável carga homoerótica das autopromoções da sic notícias
mister, estou a levar com dois homens ao meio, quem é que fecha?
Publicada por pedro vieira em 29.9.07 1 comentários
wishful thinking
se ao menos o psd tivesse um tino de rans para animar a refrega eleitoral. se ao menos.
Publicada por pedro vieira em 29.9.07 0 comentários
somos todos birmaneses
sempre é melhor do que sermos todos da amadora.
Publicada por pedro vieira em 28.9.07 1 comentários
por falar em interrupções
aposto que o PSL abominava as pausas para compromissos publicitários quando era comentador de futebol com o seara.
Publicada por pedro vieira em 28.9.07 0 comentários
a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos
Publicada por pedro vieira em 28.9.07 0 comentários
blitzkrieg minipreço
visita de rajada ao minipreço por necessidade absoluta de evitar a morte por inanição do lava-loiça, a quinquilharia que dois marmelos acumulam num passe de mágica [ela], num passo de elefante [eu], lá vou direitinho ao logótipo azul e vermelho retinto, quem lhes disse que estas cores casavam mentiu-lhes redondamente, por alguma razão clubes que vestem estas cores vêm à primeira divisão e nunca mais sobem, torreense, águeda, é só escolher hoplitas do fracasso, e aqui enfio a primeira referência à antiguidade clássica, que o meco não é absolutamente brutamontes, limita-se apenas a tecer loas ao hard discount e a entrar por ali a dentro. passada a cancela começam as decisões difíceis, evitar ficar nauseado pelo rótulo e conceito do alvini, sucedâneo do martini, é uma delas. enfio pelo corredor estreito de frente para a entrada, aliás, todos eles são estreitos até à quinta casa, expressão enigmática que muito me apraz, se fosse só até à quarta talvez passasse largo, assim temos de um lado um velho debruçado sobre os horto-frutícolas, do outro um bloco sólido de paletes de leite, muro de berlim das vacas mungidas deste portugal que me obriga ao primeiro roça-roça desta investida por um detergente, e eis que salta à liça a dúvida clássica: dou o cu ou os entrefolhos ao reformado?, coisa que se resolve respirando fundo com fé e confiança e sem porfiar muito no assunto, deixa-se a decisão nas mãos das parcas, outra referência à antiguidade e não às roupas favoritas do carlos silvino, sigo sem pestanejar, passo pelos cereais de pequeno-almoço, pelo pão marca cimpor, pelos azeites e outros óleos, abraço-me a uma de tinto à má fila, se até ao lavar dos cestos é vindima pense-se na saga que é o lavar de pratos, monte velho no sovaco, curva na esquina das fraldas e guardanapos, mão sapuda a pegar no concentrado milagreiro e rumo à caixa, recto. três filas à disposição, a decisão faz-me escorrer o suor da têmpora à gola da t-shirt, sinto só a falta do som do morricone neste ambiente de western spaghetti de marca branca, enlatado cinematográfico que também grita do fundo da antiguidade clássica, pelo menos eram feitos em roma por pessoas com menos dentição do que um legionário. como a lei de murphy é o meu nome do meio escolho a mais demorada, de um lado a preta maria josé a aviar cartuxo, do outro o manguela que é um misto de nódoas, stephen king e joey ramone a despachar a clientela em registo tgv. ou alfa pendular, vá. e eu na fila da anabela, mulher que aparenta ter parado com o cavalo imediatamente antes da implosão, teatral, brusca, gesticula em frente às teclas do registo, o karajan se fosse vivo que se cuidasse, de batuta percebe a anabela, ou pelo menos de agulha, que tem as mesmas vogais mas faz muito pior à dentição, entre outros acessórios que convém a gente estimar. enquanto a moça emperra a fila, a senhora da secção menopausa que está à minha frente vai esvaziando o cesto para o tapete rolante, deixa-o [ao cesto] prostrado aos meus pés à laia de casca de banana mas eu não me desconcentro, aliás, não tiro os olhos dela desde que começou a recitar um mantra com os talões de desconto que arranca do porta-moedas, mmmnmnnnnnrrrrgggg, deve ser assim que se faz nas madrassas mas com penteados muito melhores, quem lhe aconselhou essa cor de violino para a trunfa aparada deve ter alguma vendetta oculta contra si, o mantra serve para perceber os talões que servem e os que sobejam, entrega-os todos à anabela e procede para o fundo do alumínio para começar a ensacar, entretanto toca-lhe o celular, coisa que reforça em voz alta não fosse dar-se o caso de alguém ter ignorado o toque especialmente foleiro e eu entretanto avanço para o registo de dois produtos e cartão minipreço que levo agarrado às chaves de casa, tudo fácil sem precisar de saco a dois cêntimos, GATUNOS, enfio a garrafa e o detergente na mala, agradeço à anabela a atenção e os ademanes de maestra e cruzo-me com a senhora que ainda palra ao telefone com uma doutora, adepois a dótora diz-me as respostas que eu vou dar às perguntas que me hádem fazer, mas a minha atenção já se tinha dispersado, eu próprio tive direito a talão de desconto e lá no fundo, com benesse de 20%, ilumina-se a cerveja bohemia, rejubilo a pensar na ruiva engarrafada e às vezes penso que esta malta do minipreço me mima e me conhece como ninguém.
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 4 comentários
à atenção dos dicionários houaiss
na próxima reformulação não esquecer de substituir o adjectivo 'ressabiado' por 'ricardo costa'. a televisão à portuguesa agradece.
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 2 comentários
vinte discos que eu salvava das garras do ministério para a promoção da virtude e prevenção do vício # 15
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 7 comentários
a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 0 comentários
a teoria do hamburger prevalece sobre a do falafel
afinal a menina marroquina não era a maddie.
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 0 comentários
ponto de situação de um portista com o coração partido
Publicada por pedro vieira em 27.9.07 2 comentários
da verdadeira razão da cólera de santana
nunca por nunca o ex-primeiro-mais-que-tudo quereria ficar colado a um episódio de coito interrompido.
Publicada por pedro vieira em 26.9.07 1 comentários
em cada primeiro-ministro uma miss universo
josé sócrates pediu ontem o fim da pena de morte em todos os países do mundo.
Publicada por pedro vieira em 26.9.07 5 comentários
a ver se adivinho o título do Público de amanhã sobre os 'lobos'
'portugal venceu a roménia só que fez menos pontos'.
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 1 comentários
a fidelidade segundo a leitaria condestável
eu tive tanto par de cornos, pá. eu só não sou o maior coleccionador de pares de cornos da zona sul de portugal porque não guardei nenhum.
anónimo
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 0 comentários
10-14, ayudame, tiengo molestia, per favore una moneda
desta vez a pedincha calhou à portugalidade, nem os romenos ficaram na base da cadeia alimentar.
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 0 comentários
vinte discos que eu salvava das garras do ministério para a promoção da virtude e prevenção do vício # 14
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 2 comentários
promessa de blogger
mesmo de cara lavada o chiqueiro será sempre o mesmo. adeus filetes, caixinhas, retalhos, setas e pontinhos, casa de milagres é suposto ser clean como a ladeira que vem do topo da cova da iria até à basílica. sem espinhas.
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 5 comentários
handle with care
esta barraca vai entrar em obras de cosmética, o que fará com que passe a ser uma espécie de upgrade do falecido bairro do relógio para a zona j, com as implicações conhecidas. se a minha falta de perícia esfodaçar o html foi um prazer conhecer-vos a [quase] todos.
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 0 comentários
a galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha, # não sei quantos
Publicada por pedro vieira em 25.9.07 0 comentários
publicidade institucional
irmaolucia, o blogue para adultos cujas ordinarices não vêm discriminadas na factura.
Publicada por pedro vieira em 24.9.07 1 comentários
os blogues normais não têm nada de especial

é por isso que vale a pena assinalar os aniversários dos que desprezam a banalidade sem deixarem de ser comezinhos até ao osso. mesmo que a destempo, assinalem-se então os dois anos de estado civil, aproveita-se também para dedicar uma faixa a um melónamo confrontado com um excelente disco, chamando-lhe a atenção para outro da safra de 2000, com os mesmos protagonistas. a faixa roda aqui em baixo, fossem outros os tempos e até te podia gravar uma cassete, uma basf de 60 minutos chegava e sobrava.
parabéns estado civil e boa continuação, como soi dizer-se entre as massas nacional e outras.
blonde redhead, in particular
Publicada por pedro vieira em 24.9.07 3 comentários
gastrónomos imperfeitos
ao saber que as ex-meninas de odivelas estão a realizar uma feira de gastronomia Ruca não duvida que vai haver grelo ao barulho.
Publicada por pedro vieira em 24.9.07 0 comentários
RIP marcel marceau
sempre o confundi com o michel do sapateado.
Publicada por pedro vieira em 24.9.07 1 comentários
tentáculos da cinefilia
é no bichanar do bill murray com a scarlett johansson que se encontra o mistério do cheiro do público de 6ª feira passada. só pode.
Publicada por pedro vieira em 24.9.07 2 comentários
contribuições para uma certa ideia de crise da democracia à portuguesa
leonel nunes, campeão de ingestão de garrafões de vinho durante os seus sets musicais, coloca a nu a crise de confiança dos cidadãos num sistema político anquilosado, alicerçado nos partidos ditos convencionais e com sinais de evidente mal-estar espelhados em resultados como o do manuel alegre, nacionalista de fazer chorar as pedras da calçada à portuguesa mas ungido da bondade do socialismo de rosto humano à maneira das boas famílias que davam lanche aos pobrezinhos, o próprio o relatou aquando da candidatura à cadeira de belém, pendurada sobre os pastéis, também eu a invejo, mas leonel já deu para estes peditórios das caras que nunca mudam, das moscas sempre sacrificadas, as únicas a conhecer substituição num sistema vagamente intestinal. a solução do dito: o partido do tintol. à nossa.
Publicada por pedro vieira em 23.9.07 1 comentários








