Yusuf Al Chewbacca

Abel Xavier acaba carreira e converte-se ao islamismo

A Bola, 22/12




desgraça

© rabiscos vieira





tudo isto é lindo, tudo isto é natal # 3

- tem o livro «Avenida de Roma» da Lidia Jorge?
- será o «Praça de Londres»?
- é isso, é tudo lá perto


tudo isto é lindo, tudo isto é natal # 2

desculpe, onde é que tem os livros sobre padres?

tudo isto é lindo, tudo isto é natal # 1

tem a sombra e o vento do faulkner?

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o Ricardo, meu broda do coração, camarada e tudo o resto (re)aderiu à blogosfera e logo para mostrar trabalho. é seguir o link e depois voltar, ó faxavôr.

pró natal, o meu presente, eu quero que seja


uma sugestão Sandro & Carina


eu adoro, amo mesmo o ricardo araújo pereira, mas também, foda-se

num par de dias o primeiro-ministro italiano levou com uma catedral nas trombas e a árvore de natal do vaticano ficou às escuras, o que significa que a tradição já não é o que era, que o sagrado pode deixar de o ser, isto qualquer dia ainda põem um homem na capa da playboy ou assim.

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© rabiscos vieira

depois das diatribes do pontapé na bola, os conselhos para o homem com Ó grande. mais rabiscos vieira a partir de amanhã em (quase) todas as livrarias.




gostava mais da versão cayatte ilustrador de capas da teorema do que da versão cayatte enrabador do contribuinte com a benção do estado, ai gostava, gostava, mas enfim, é o que temos, como dizem os filósofos de café, os taxistas, os treinadores de bancada, o povo em geral

No passado mês de Julho foi colocado online o portal oficial das celebrações do centenário da República Portuguesa. Um trabalho feito pelo atelier de design Henrique Cayatte, por ajuste directo, ou seja, sem concurso e que custou ao estado 99 500 euros

via facebook do meu camarada tiago





desde que tenha palavras gregas a gente é a favor dessa sexualidade



pior. eu era um adolescente e estava lá quando tudo isto aconteceu.


se calhar querias antes um prontuário ortográfico

quero homem 100% maxo

wc de centro comercial devidamente identificado




amores imperfeitos # 175

Sandro tece rasgadas loas a "a faca não corta o fogo", Carina acha mal que se ande a publicar em papel as cantilenas dos madredeus.

coração das trevas

isto não anda para meninos, é fazer de burro de carga com um sorriso na cara depois de dar o cu (ou dois) e oito tostões para aumentar as assoalhadas e manter ancoragem no coração da cidade, que é como quem diz, no coração do engate travesti, dos hospitais especializados em coração, em olhos, em presuntos assim as coisas corram malzinho, no coração do co2, à beira das aortas da cidade, ele é autocarros, minipreços, metro e centro de emprego, universidades privadas, shows de varão e putas de griffe e no meio da selva de betão e madeiras untadas um gajo acorda com um galo a cantarolar às seis da manhã. um galo, a quem eu serrava o pescoço com um pinta do caraças e os protectores dos animais e o caralho que se fodam à babugem; vão antes chatear a moleirinha ao joaquim bastinhas que eu trato do cocorococó. um galo. não há cu (ou dois).

com a aproximação do natal o humor fica infame, infame

ontem à noite encontrei um cego vendedor da Cais. espero que não se tenha tornado sem-abrigo por não ter conseguido encontrar as chaves de casa.

entretanto parece que o "30 anos de mau futebol" anda aí a amarinhar pelos tops

© rabiscos vieira

e curiosamente ainda só o folheei porque participei de forma directa no seu fabrico, pois que o canhenho ainda não deu o ar da sua graça no estabelecimento comercial onde ganho a vidinha. deve ser a isto que se chama uma lei de incompatibilidades.

a frança não é só aquela merda do thierry henri a brincar à mão de vata



transferência de titularidade

derivado à (atenção, está mesmo aqui escrito derivado à, com contracção de artigos e o catano), dizia, derivado à minha necessidade de mudar os tarecos, em virtude de ter vendido a minha casa e de o banco santander ter-me comprado outra, porque verdade verdadinha é que eles é que mandam nisto, eu limito-me a transportar molhos de chaves, precisei de ir trocar a titularidade dos serviços da água, luz e gás, mas pela ordem inversa, primeiro fucei direito à lisboagás na loja do cidadão dos restauradores conhecida como a maior salada de frutas étnica da cidade, ali até o martim moniz parece uma vila escandinava, loja essa onde até acabei por encontrar uma criança que era a cara chapada do evo morales, e não digo isto por ser amigo da extrema-esquerda, era chapadinho, o pai era mais fucile mas o puto, caralho, parecia acabado de sair de uma vitória andina com maioria absoluta, sócrates eat my shorts, e com o gás correu tudo muito bem, obrigado, hão-de marcar ainda uma inspecção que custa 37 euros em cash a liquidar no dia da mesma, uma metodolia também conhecida como "manuel godinho", e a seguir de certeza que me vão encontrar uma cascata de fugas perigosíssimas, aliás, hão-de haver mais fugas naquela casa do que boiolas a gostar de madonna, já estou mesmo a ver o filme, quer dizer, o teledisco, mas diga-se que a moça era mesmo atenciosa e diligente e tinha a farda imaculada, posto o que me dirigi à edp para alterar a tal ttitularidade e pedir mais potência, I just can't get enough, tanta que agora até já entrei no patamar do mercado livre da energia, no fundo adam smith nunca passou de um posto de transformação, o que significa que a luz me será fornecida pela edp5d, uma super-entidade que até oferece bilhetes de cinema além de pujança necessária para ligar o secador de cabelo e a máquina de lavar roupa ao mesmo tempo, uma estruturaque tem gajos simpáticos e despachados no atendimento, com as fardas aprumadas, um mimo, o que fez com que eu não estivesse preparado para o que me esperava na epal, que é logo ali, do outro lado da avenida, entrei e o sistema de senhas estava avariado, fui para uma sala de espera onde permaneci o tempo equivalente a quatro atendimentos na lisboa gás ou cinco na edp (o moço teve de me explicar a dinâmica das promoções e dos bilhetes de cinema), situação que me permitiu perceber que ali não ia ver os dentes dos atendedores, cenho franzido, moças com camisolas de meia gola e calças deslavadas e cara de frete mas frete daqueles mesmo longos, digamos, um roterdão-kuala lumpur ou uma merda assim do género, e lá acabei por ser atendido por um mocetão trajado a giovanni galli desbotado, voz de trovão e sotaque capaz de fazer o jorge jesus passar por menino das avenidas novas, mais o léxico do colega do lado todo ele bigode e brilhantina a garantir que há clientes que tentam "atirar o barro à parede" para conseguirem fazer passar ilegalidades, tudo saborosamente eighties, eu ainda fiz um compasso de espera na esperança de ver entrar os modern talking pela porta por onde aquelea mata sai para tomar café mas entretanto o meu interlocutor já me estendia a cópia do novo contrato e um bilhete grátis que permite visitar o aqueduto ou o museu da calçada dos barbadinhos ou o reservatório da mãe d'água, ainda por cima válido para duas pessoas. epal, you're my heart, you're my soul. ou não.

então Deus faz 60 anos e ninguém diz nada, catano?

© rabiscos vieira



depois do subsídio de férias e do de natal talvez seja necessário juntar-lhes um 15º mês


ou isso ou já paravas com essa puta dessa torrente de pérolas lançadas umas a seguir às outras, ó Carlos. ó senhor, tende piedade de nós.


politólogos imperfeitos

Ruca é peremptório, só não me convidem para o No Berluscona Day.

cada um tem o prestígio que merece

hoje o meu nome aparece na última página do Record.

da série o livreiro é um indivíduo preparado para responder a tudo

desculpe, tem o livro portugal hoje, o medo de existir, do professor josé cid?

qualquer utente dos hospitais cá do burgo dá de barato

mais vale um tratado de lisboa do que um tratado em lisboa.