la tradition n'est pas o que era

contava ser mimado por indivíduos de boina, polo às riscas e acordeon, plantados nas esquinas charmantes de la cité. ao invés, saiu-me uma trupe de pretos e magrebinos a dançar o brekdance no boulevar de saint michel. é isto a nouvelle vague, filha, é isto a nouvelle vague.

4 comments:

José Luís Espada Feio said...

e o célebre ménage à trois, será que ainda resiste face à nouvelle vague de "modernices esquisitas" que por aí grassa?

LAM said...

quer-se dizer: estavas á espera do Jean Paul Gualtier e saiu-te o Camarinha, carapinha digo.

RicardoPM said...

Esses magrebinos fazem uns petiscos do cacete! vai ao quartier latin bombar na creperie...

Manuel said...

Se quiseres ser mais requintado (e tiveres l'argent...) vai jantar ao Balzar que é aí numa perpendicular à direita de quem desce a "boulemiche".
Se tiveres quem te financie muito, aproveita e vai a La Closerie des Lilas que é onde o Hemingway costumava poisar. É um bocado mais longe mas dá para ir a pé e ajuda abrir o apetite.