pó pó, pó pó pó pó pó ta



eu hoje acordei assim, como diz a outra fresca, a pensar na buraka, no centro comercial jordão, na bomba da galp mais a churrasqueira e o J. A. Fontes Lda onde o meu pai trabalhou e pensar que até tenho um tijolinho comemorativo da angariação de fundos para a construção da igreja da buraca, sem kapa, no David, nome de restaurante, na minha amiga rocío que vive por lá, e o direct group/bertelsmann ali tão perto, isto no fundo anda tudo ligado


4 comments:

nils said...

E se calhar também na Divinter, que era da minha família e naquele acampamento cigano enorme cujas traseiras davam para os muros do patriarcado, por onde se enfiavam os maganos a fugir à polícia.

LAM said...

é a costela black do mano Belmiro. O natal é tão lindo.

cereja no topo do bolo said...

Assim de repente lembro-me de três momentos Buraca. O talho que vendia carne de cavalo, transformado em loja de óculos modernos. O café penico com uma frequência de merda. E o acampamento de ciganos (com as mulheres a arear as panelas até ficarem brancas e brilhantes como nunca vi)a ser transformado num local de conflito com a construção da CRIL.

pedro vieira said...

grande aglomerado gipsy. uma vez vi lá uma rusga espectacular a partir da minha renault 4 L