Valha-nos São Domingos

nunca nos falhou e continua a ser a bagaceira ao serviço do povo.

gostar de pretos



dúvidas de Ruca

Vara é um conjunto de porcos, verdade?

falar de camarote

© rabiscos vieira

e pronto, já li o Caim e assim engrosso de legitimidade, boto faladura com o meu conhecimento de causa e assevero que gostei do livro, é um relato humorístico sem o rasgo de génio de outros tempos, outras narrações, mas que consola, arriscava chamar-lhe uma espécie de cândido de voltaire para totós (grande colecção), com menos espanto mas igual naïvité não só do personagem mas também autoral, às vezes a roçar o nível de uma miss universo tanta é a preocupação com as criancinhas inocentes de sodoma, a uma escala que não se via desde o rebentar do escândalo casa pia, e no entanto gosto do primado da forma, dos anjos operários, da perda de boleia do unicórnio, do adão com o naço de maçã entalado na garganta, tudo muito pícaro, guloso, lê-se em duas penadas, quanto à polémica much ado about nothing, e ainda assim não resisto à tentação de ir bisbilhotar o lançamento de hoje na culturgest, nunca se sabe quando é que o Senhor se lembra de lançar uma chuva de enxofre sobre aquelas malditas cadeiras que fazem das costas aquilo que se sabe.

Berardo, quando quiseres falar outra vez no rui costa lembra-te desta subtileza

Mensagem de Schwarzenegger com insulto escondido faz estalar a polémica

"e então tornamo-nos meninos, os meninos que nunca deixámos de ser" ou "uma das razões por que eu gosto de si é porque as nossas conversas comovem-me sempre" ou "a nossa sede amor é sem limites, a nossa sede de afecto é sem limites", entre outras trivialidades

e neste momento não sei bem se o mário crespo está a entrevistar o lobo antunes ou a laurinda alves.

caim

e o paulo bento, já renunciou à nacionalidade portuguesa?

uma vida de dedicação à causa pública

Armando Vara é um dos 12 arguidos ontem constituídos no âmbito da operação Face Oculta desencadeada pelo Departamento de Investigação Criminal de Aveiro da Polícia Judiciária.

nobel da paz cutânea

o Obama ganhou-o há meia-dúzia de dias e a televisão acaba de me anunciar que já há um produto que trata a candidíase vaginal. yes, we can.

se não têm pão, comam brioches

Quarenta mil idosos passam fome em Portugal

o que tem mais graça é ler estas palavras, escritas por um indivíduo que publica há anos o josé rodrigues dos santos

«Saramago é, quanto a mim, um escritor engenhoso, mas elementar e habilmente lamecha, que, em termos de ideias, escreve e fala para um público pouco culto, cuja ignorância explora, para cujos juízos mal informados, ideológicos, sectários ou primários, apela, obscurecendo, em vez de (o) iluminar»

via blogtailors

espaço pub



se não é desta que o Senhor faz desabar o tecto da Culturgest sobre os incréus, então nunca mais é, quer dizer, aquelas cadeiras do grande auditório até já são praga bíbilica que chegue, fodem costas e cóccix a todos e mais alguns, incluindo primogénitos egípcios discípulos do faraó.

pode estar para chegar o primeiro lamb shish kebab feito com leite de mamas

o novo livro do rodrigues do santos é sobre o fundamentalismmo islâmico.

se tivesse havido colhões para deitar as unhas ao cónego melo isto já nem sequer era novidade. há mais de 30 anos

Padre acabou a missa e foi detido por tráfico de armas

Saramago, amigo, o Gervais está contigo



fodido

vai ser quando a ministra puser o Faial e o Caracol a correr atrás do Mário Nogueira.

Ruca é pró-saramago e no que toca a bíblia e padralhada vai mais pela leitura literal do que pela leitura simbólica

aliás, máximas como emprenhar pelos ouvidos só são alegóricas para quem nunca dormiu numa camarata da casa do gaiato.

deus existe e é um brincalhão

pois quando Carreira das Neves tentava contrariar Saramago o Senhor fez-lhe tocar o telemóvel. há minutos, na sic notícias.

ligação directa

ao novo blogue do joão gaspar que deixou de me incluir nos seus favoritos (chuif). desde que vota em partidos que ganham eleições tornou-se um gajo selectivo, ó caralho.

é desta que o Arlindo Fagundes chega a secretário de estado da ilustração

A escritora Isabel Alçada é a nova ministra da Educação e Alberto Costa abandonará a pasta da Justiça, tal como o i já tinha avançado em edições anteriores. A autora da série "Uma Aventura", best-seller juvenil, substituirá Maria de Lurdes Rodrigues.

gosto quando os jogadores do meu clube se comportam como o saudoso ministro iraquiano da Informação

Fucile: “A melhor equipa a jogar em Portugal? O FC Porto, seguramente."

Santos Silva: cada um tem a música que merece*



*com um piscar de olho ao jorge c.





a cruzada está em marcha

hoje vendi ao mesmo indivíduo a prova do crime, edição almedina e o Caim, editorial caminho.

Ruca embarcava nas lides do Garcia-Márquez, árvore genealógica e tudo, se aquele livro que todos louvam arrancasse assim

Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o grelo.

giro, mas mesmo giro à brava

era que o novo romance do Saramago se chamasse Maitê.

um herege dos pequeninos

© rabiscos vieira

a propósito do lançamento do Caim, Saramago malha na bíblia para atingir de tabela a Igreja, sing me something new (caralho, é preciso audácia para glosar um disco do narcótico david fonseca num post sobre o nosso prémio nobel, mas o david tem direito à vidinha, afinal leiria não é só castelos, isabel damasceno e um estádio com bolor), digamos então que o Saramago também tem direito à opinião, e há que dar o desconto a um ancião que vive enfiado há anos num aglomerado de calhaus vulcânicos com praias piores do que o eixo esposende-apúlia, e nem estou a ser condescendente, adoro-lhe os livros, deploro-lhe a tendência para as declarações públicas, mas enfim, caiu-lhe no goto o espicaçar e as madalenas vão atrás, umas bradam contra a ignorância, outras contra a má-educação e as mais equivocadas censuram-lhe o golpe publicitário em favor das vendas, como se o tipo precisasse de campanhas extra para vender a rodos, não é preciso ser um gajo do ramo para saber que os livros do bicho são best-sellers por natureza há anos a fio, o que se passa é que ele tem a língua solta e quanto mais velho mais impune, acontece a todos, do patriarca dos simpsons aos cotas de jardim, aliás, quando li as declarações em forma de bulldozer do José lembrei-me até de um casamento a que fui aqui há um ror de anos, na igreja da pontinha. Um calor dos diabos, os noivos nas assinaturas e o povoléu à saída, à espera de bradar um viva os noivos acompanhado da clássica chuva de arroz carolino, e o casalinho que nunca mais saía, e uma convidada septuagenária que se toma de impaciências, e os ares da pontinha que são propícios à maluqueira, e quando eles finalmente assolam à soleira da porta da igreja, dois segundos antes de se passearem entre a turba, a velha dá o passo em frente, sozinha contra todos num espectacular gesto de antecipação, e assesta-lhes com o arroz nas fuças, tem idade para fazer o que quer, para ser impune, para desconcertar os noivos, o patriarca de lisboa e o líder da comunidade judaica, os crentes e os que não gostam de troglodices, mesmo que caucionadas pela academia sueca. Dizer que a bíblia é uma farsa cruel aquece pouco, arrefece ainda menos, é tão relevante como uma chuvinha de Cigala antes do copo de água, deixem lá o Saramago brincar aos bagos. O que importa é que se este Caim chegar aos calcanhares do elefante Salomão já não será mau, graças a deus. Ou não.

with or without you, pois eu voto no without

no que toca a crise deprime-me mais que os U2 esgotem 42.000 bilhetes em sete horas do que ver o défice nos 5,9%, mais coisa menos coisa.

para que este mundo não acabe

estreia aziaga no my own private doclisboa 2009 com o filme de joão botelho sobre a região do barroso, misto de ficção e documentário e com momentos no mínimo desconcertantes como aquela espécie de sonho erótico a partir de um boi de cobrição. começo a suspeitar de quem terá sido a ideia de gravar aquele video da julie sargeant com o otelo saraiva de carvalho.

e no sábado ponham a crise de molho e venham à festa dos piores inimigos das montras da Zara. só espero que o dress code não meta serapilheiras






atenção, eu adoro o doclisboa, documentários e tudo, e todos os anos não sei o que fica mais fodido, se a minha carteira na bilheteira, se as minhas costas nas cadeiras infames da culturgest, mas sempre vos digo que há por lá sinopses que parecem decalcadinhas daqueles teasers da júlia pinheiro



Metres of life: crónica sobre um homem surdo-mudo que, aos 70 anos de idade, vive sozinho e todos os dias caminha quilómetros até um cinema para ver filmes.


se eu fosse eleitor do João de Deus Pinheiro acharia que isto, de alguma forma, me era dirigido



uma casa portuguesa, com certeza, e de gente mesmo do ramo

ontem à noite o meu gato tentou arranhar o pedro ferraz da costa. no ecrã, hélas.

espaço pub e lá vou eu fazer de emplastro, a dar mais uma perninha, sou até quase um emplastro leão, tal é o atrevimento


é aparecer, vilanagem



vieira césar monteiro

quero que o video da maitê se foda. e assim sucessivamente.

história da beleza



não estou bem certo se o umberto eco se atreveu a editar um livro sobre a dita sem passar pelo minuto e dez deste vídeo, onde a versão das suites de bach para gebos, como é o meu caso, está materializada num passe de morte. deve ter-se atrevido, o cabrão.

fazes mal ao menino, o Senhor castiga

esta noite sonhei com o pedro granger.

extra, extra

© rabiscos vieira





esta gente trabalha isto com um carinho e com um bom gosto que eu, grunho, até me arrependo de não querer nada com a poesia


quanto a isto, já ronda aí pelas livrarias


literatos imperfeitos

que cavalo, que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar? para Ruca é cavalo perdido entre as papoilas do afeganistão e as praias do algarve. só pode.

encerremos, então, o ciclo eleitoral com uma dedicatória carinhosa ao doutor pedro granger



lisboa em baixa resolução # 209


my own private rescaldo eleitoral


a propósito do portugal x hungria

não pude ver o jogo da selecção em que o bruxo derrotou o cristiano e em que nós todos derrotámos os húngaros todos, estava na labuta a fazer de rapariguinho do shopping pelo que ia sabendo dos golos pelos rugidos vindos do piso 0, onde fica a restauração e a turba em frente aos televisores. convenci-me então que tínhamos aviado os magiares com dois secos, um em cada parte, até me ter apercebido de uma originalidade, o povoléu que via a bola não comemorou o golo do Liedson, amarrou o burrinho do orgulho lusitano e fez por esquecer a cabeçada do levezinho, por ali, no mundo civilizado e higiénico onde fica o meu posto de trabalho, só se toleram os brasucas quando nos põem a picanha no prato ou nos recolhem o tabuleiro com os despojos do dia. mais do que isso não, caralho.

autárquicas, state of the art às 13:58

o PS lidera, com um homicídio a favor.

outsider without a cause

ainda não foi hoje que postei o video do ricardo araújo pereira a falar da colecção de humor da tinta da china.

estes romanos estão doidos, por toutatis, agora até me convidam para bobo da corte em ambiente seleccionado



4 equipas convidadas vão debater-se com as 4 duplas escolhidas pela equipa do Guia da Noite, numa batalha em que as armas são leitores de mp3 munidos de grandes hits e uma performance avassaladora! Ganha quem conseguir a manifestação mais ruidosa do público, medida em decibéis por um sonómetro.

Para cumprir a função de árbitro e mestre de cerimónias desta iPod Battle chamámos o Irmão Lúcia, que vai tentar pôr a ordem no ringue numa noite agitada! João Pedro Gomes vai ser o Vj de serviço.


agora é aparecer, entrando aos pulos pela noite da reflexão a dentro



causa-efeito

com uma romena a ganhar o Nobel espera-se um disparar de vendas do Borda d'Água.

Herta de Berlim

pela primeira vez o JL poderá escolher uma manchete à Record para a próxima edição.

deu Herta

© rabiscos vieira

The Nobel Prize in Literature goes to Herta Müller "who, with the concentration of poetry and the frankness of prose, depicts the landscape of the dispossessed



mesmo em ano de suposta crise não há teseu que assuste o minotauro

© rabiscos vieira

lançamento da nova chancela das edições 70 esta tarde, 08 de outubro, pelas 18h30, no el corte inglés. como não gosta de ver espanhóis metidos nos nossos assuntos a doutora manuela ferreira leite já confirmou a sua ausência.



a minha recensão a certo e determinado romance em 5 partes





e agora é olhar para a estante e pensar: e depois do 2666, o quê?


Booker para Hilary Mantel

© rabiscos vieira

vitória para Wolf Hall, que conta a história de Thomas Cromwell (via ciberescritas)



as autárquicas # 2, ou da necessidade de profilaxia da memória

um conceito de que gosto, sobretudo quando vejo entrar na liça eleitoral uma trupe como a de Santana Lopes, apostada em deitar novamente as garras a lugares, prebendas, cartões, viagens, arranjos, favores; esqueçam as ridicularias, o menino-guerreiro, a incubadora, a megalomania, os ziguezagues, o parque mayer, o que é mais interessante na dita trupe é o que se passa ao nível mais rasteirinho, no toma-lá-dá-cá da concelhia, um lugar para o ex-cunhado do fulano de tal que voou para a Europa civilizada, outro para a melhor amiga do xyz, para os fiéis da secção, para as mocinhas mais ou menos aplicadas dos cursos de turismo que arrebatam uma vereação num piscar de olhos. eu tive oportunidade de conviver de perto com a tralha santanista. como muitos dos meus 12 leitores sabem, trabalhei na câmara de lisboa durante meia-dúzia de anos, cheguei em 1997 por concurso público e contrato a termo certo de um ano, após o que passei para a condição de "trabalhador independente", como soi dizer-se dos recibos verdes encapotados, cinco anos de recibos passados todos os meses à mesma entidade, exercendo funções no mesmo local, com hierarquia definida, o blábláblá em forma de areia para os olhos, o costume. o trabalho, esse, deu-me muito prazer.
em janeiro de 2003 fui convidado a sair pela mão de santana e sus muchachos, na companhia de mais "trabalhadores independentes" que ocupavam espaço vital precioso, afinal era necessário abrir alas à rapaziada que ciclicamente saltita atrás dos líderes nas noites eleitorais, eu cá tenho pouco jeito para os pulinhos, entre outras cabriolas físicas, e lá fui à vidinha, mantendo sempre algum interesse pelas movimentações deste lúmpen político que vai não volta tenta respirar acima da linha de água. ei-los de volta, às candidaturas, sob a capa do lisboa com sentido. sei bem qual é esse sentido, é único, e na direcção do abismo ou do lugarinho à sombra da bananeira. este meu post, estes recortes de imprensa, que fazem parte da minha vida pessoal e profissional, são o meu contributo para a refrega, a minha oferta aos lisboetas. há palhaçadas que mais vale não repetir, as tortas na cara só costumam ter graça à primeira. ou nem isso.



















ps: a título de exemplo, aqui fica o link para uma das notícias de 2009 que dá conta da "obra" de Santana em lisboa A contratação de militantes do PSD para a Gebalis – empresa que gere as casas sociais – e a participação na construção do estádio do Benfica são dois dos 29 processos relativos à Câmara Municipal de Lisboa que estão ainda em inquérito na Unidade Especial de Investigação, coordenada por Maria José Morgado, e na 9ª secção do DIAP de Lisboa, dirigida por Teresa Almeida.

ps2: em 2005 fui informado por escrito do resultado de um concurso público de acesso aos quadros da câmara ao qual me havia candidatado no ano 2000, quando já era "trabalhador independente". fiquei aprovado no dito concurso mas recusei a vaga correspondente, situação que me valeu ser apelidado de otário por amigos e conhecidos, entre outros mimos. sucede que eu sempre detestei a cantilena do
ó tempo volta para trás. helás.

ps3: este post é dedicado à Isaura, à Maria João, à Marta, à Sónia, ao Jorge, ao Pedro e ao Tiago.







um chileno que já não está entre nós escreve em duas penadas um óptimo resumo do mercado editorial à portuguesa

Antes de Archimboldi se despedir dele, depois de beber uma chávena de chá, o homem que lhe alugou a máquina de escrever, disse-lhe:

- Jesus é a obra-prima. Os ladrões são as obras menores. Por que é que ali estão? Não para realçar a crucifixão, como algumas almas cândidas julgam, mas sim para a ocultar.


Roberto Bolaño in 2666, pp 907




as autárquicas


nada como umas boa autárquicas para fazer vir ao de cima aquilo a que cavaco silva chamou em tempos a má moeda, isto numa altura em que o presidente ainda não vivia rodeado por uma nuvem de mezcal alucinogéneo, mas enfim, outros tempos, nas candidaturas aos municípios surgem as melhores pérolas entre as quais esta que é das mais lustrosas, a saber, Hernâni Carvalho, candidato que encabeça uma coligação de direita à câmara de odivelas, o mesmo Hernâni que já foi jornalista-herói em dili no pós-referendo independentista, na companhia de luciano alvarez, josé vegar e jorge araújo, sitiados em condições tenebrosas enquanto as milícias faziam a barba à chapada à população, o mesmo Hernâni que acabou por tornar-se um comentador de programas da manhã com uma verve particularmente incendiária, uma espécie de bulldozer de gatunos, pedófilos, dealers, políticos, membros de gangues, pretos, brancos e assim-assim, amigos do alheio em geral e prevaricadores particulares, era passá-los a fio de espada, fazer aos criminosos o que os membros da milícia Aitarak não fizeram ao toucinho, ou seria o maomé? pouco importa, interessa sim ser cara laroca da tv para amealhar votos, o psd já viu a mesma estratégia triunfar no concelho de Sintra, ao qual se apresentou o auto-intitulado careca do benfica que já concorre ao seu terceiro mandato, e como tal lança-se à liça o Hernâni, o justiceiro instantâneo, uma espécie de Tang ao qual basta juntar sangue, e note-se que na lista de apoios ao candidato até aparece o idiossincrático josé cid, rei na terra de cegos que pode vir a ser odivelas, dava um dedo mindinho para ouvir os hinos com que o cid tece loas ao Hernâni nesta refrega suburbana, como o macaco gosta da ramada, ou um proverbial cai neve em ponte da bica ou na cabana, junto à radial, deve ser mimo atrás de mimo entregue de mão beijada. e na outra mão a moca, para pôr os bandidos na ordem. força Hernâni, se aqui estivesse o eurico guterres havia de ficar orgulhoso em ti.

a nossa necessidade de consolo é possível de satisfazer



trabalhando em casa, ao som do parklife dos Blur, enquanto chove lá fora e a minha mulher dorme no sofá acolitada pelo gato. ele há prazeres do diabo, mate.

exegetas imperfeitos

Ruca ligava mais à Bíblia se falassem por lá na paciência de blow job.

e entretanto a semente LGBT medra, medra

ontem à noite estive num casamento onde o padre afirmou que deus é pai e é mãe.

state of the art

hoje vendi a um senhor da presidência da república um livro sobre direito de menores. eu teria levado antes o Gestão Pessoal para Totós. andam mais precisados.

espaço PUB

© rabiscos vieira

ilustração para a campanha "II Guerra Mundial". as restantes pinceladas estão arquivadas na gaveta do costume.



mÚSICA & dESIGN


época, antecipar


amizades imperfeitas # 96

Sandro tece rasgadas loas às noites brancas de dostoievski, Ruca pensava que noites dessas só de colômbia. para cima.