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o imprescindível Beco das Imagens mudou de endereço. agora visita-se por aqui.
Publicada por pedro vieira em 28.5.09 0 comentários
os pândegos, a democracia
já vi episódios do seinfeld menos divertidos do que esta sessão com o oliveira e costa.
Publicada por pedro vieira em 27.5.09 1 comentários
cinéfilos imperfeitos
Ruca não é como aquele miúdo, o Salaviza. isso é que era doce, ficar feliz por ter uma curta-metragem.
Publicada por pedro vieira em 26.5.09 0 comentários
nada de melancolia*. ou só mais um pouquinho, vá
* pedro, desculpa lá a pilhagem do título, é o meu estilo somali de homenagear
Publicada por pedro vieira em 25.5.09 0 comentários
andrew bird
a coisa conta-se em duas penadas, sala repleta em dia de concerto extra, um one man show muito competente, criatividade transbordante na reconstrução das canções para menu servido ao vivo, excelente voz, talento na escrita, domínio da cacofonia instrumental, comunicação no tom certo com a plateia, charme e boa figura, deus é assim, a uns oferece tudo, a outros dá a chance de escrever em blogues, penso até que se o andrew se parecesse com o quasimodo não tinha metade do sucesso, mas por outro lado penso no shane mcgowan, mito pop com uma boca que parece ter inspirado aquele livro do Conrad, adiante, sala rendida, encore e no final um grupo de maduros acompanhou andrew y sus muchachos on tour a uma casa de faduncho, tiveram azar os amaricanos, saíu-lhes um mocetão com trinado griffe câmara pereira e uma severa que tossia entre as estrofes, estando o vinho bebido e o prego trincado era hora de zarpar, que hoje também é dia de trabalho no são jorge e o homem da Renascença (e não, não estou a referir-me ao antónio sala) já não quis ir dar um pé de dança em estilo africano, ao contrário de dois dos seus compatriotas. depois do fado, funaná. afinal, Lisboa também é uma terra de mysterious production of eggs. tunes, digo.
Publicada por pedro vieira em 25.5.09 6 comentários
amizades imperfeitas # 93
Sandro é um fã incondicional de fela kuti, já Ruca é um fã incondicional de fela ção.
Publicada por pedro vieira em 23.5.09 0 comentários
o blogger rebarba confessa-se
eu gostava de ter tido uma daquelas professoras de espinho quando tinha 13 anos.
Publicada por pedro vieira em 23.5.09 1 comentários
a churrasqueira central de santa bárbara, ali como quem paira sobre o regueirão dos anjos
diabos me levem e tragam de volta, que hoje ainda tenho de ir trabalhar para o shopping center, se alguma vez pensar ir dar com os cotos na dita churrasqueira, iluminação pouco fértil, empregado quase-de-certeza-reformado-de-barbeiro-com-cabelo-cor-de-stradivarius e o outro com o facies a dar para o agressivo suado, com vontade de perguntar muitas vezes o que é que escolhemos, o que é que vamos beber, o que é que comemos, e eu que até estava sozinho, só uso o plural porque hoje é sexta-feira e a inês nadais do Público deve estar a fazer o mesmo no suplemento ipsilon, nós isto, eu aquilo, entremeada, foi o que disse ao melhor amigo do axe e do 8 x 4, grande desodorizante, saudade dos eighties, de onde a churrasqueira central parece nunca ter saído e pouco importa, a chicha recomenda-se, o jarrinho da casa menos mal, língua empalhada e boca tingida, mas há coisa piores, olhem lá o ruanda e o caralho, e à minha volta havia de tudo, um mano do piercing e anéis a beber ice tea e descafeinado, um quadrado de estudantes entusiasmados com código de processo civil, versão de bolso, desgraçados, devem ter tido aquela pasolini de espinho a dar-lhes aulas de história e de outras merdas, lá mais para o fundo um casal de turistas, uma dupla de senhoras com ar a roçar os cinquenta que comentava as últimas do inter de milão, swear to god, e mesmo ao fundo uma mesa com doze surdos conversando animadamente, como se quisessem provar que uma tasca com doses a quatro éros e meio pode ser deliciosamente silenciosa. vão lá antes que feche, a sério.
Publicada por pedro vieira em 22.5.09 2 comentários
comportamento organizacional

A FNAC, a partir do dia 1 de Junho deste ano, passará a devolver os livros aos editores com as etiquetas que esta cadeia coloca nos livros.
Publicada por pedro vieira em 22.5.09 3 comentários
gostar de macacos que gostam de reaças, de quem também eu gosto, ou lá o que é
Publicada por pedro vieira em 21.5.09 4 comentários
da geografia fodida prá porrada
só hoje reparei que a rua jacinta marto, vidente de fátima, entronca com a rua do conde redondo, vidente de drags.
Publicada por pedro vieira em 21.5.09 0 comentários
Ruca nunca teve uma professora que lhe falasse em orgias
mas cresceu ao som de hey, hey, vickie, hey, vickie, hey, levanta bem a vela. venha o diabo e escolha.
Publicada por pedro vieira em 20.5.09 4 comentários
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o blogue da minha casa assume a versão work in progress. é favor acompanhar.
Publicada por pedro vieira em 19.5.09 1 comentários
feira do livro # 9, epílogo
fim de festa, arrumar de tralhas, contar de notas, está fechada a feira do livro 2009, lugar de encontros, trabalho, livros e deboche, não necessariamente por esta ordem, por esta altura fazem-se alguns balanços, uma feira anafadinha para os editores mesmo em tempo de crise, uma praça leya à qual só falta um fontanário a jorrar águas correntes e se calhar um ou outro quilo de fundo de catálogo e se não o trazem é porque já o devem ter guilhotinado como se faz ao bacalhau graúdo, uma cavalo de ferro que deu com os cascos na fundação agostinho fernandes em pleno certame, a discoteca a dar para o saloio cortesia da porto editora, aliás, a luta pelo título de maior grupo editorial também passa pelo decibel, pelo sound-system, que a leya também pôs a bombar ininterruptamente, e os homens da luta que passearam pela feira no último dia assumindo definitivamente a veia de promotores de espectáculos em sala, com direito a flyers a cores e tudo, mais a senhora das farturas italianas, óculo escuro, calça elástica, par de ténis volumosos, uma metaleira do churro, sempre atenta ao transeunte, com um carinho para crianças e velhos, uma bojarda para os graúdos, dos 15 aos 65. No meu balanço pessoal tomo nota dos pés inchados, das entremeadas monumentais que não são para todas as bocas, ouvi dizer, da enxurrada de bloggers que passou por aquelas ladeiras, um dia o blogspot casa com o wordpress e com o sapo e substitui a apel sem prejuízo, do convívio com certos e determinados marmanjos de uma editora de culto, a dar um bocadinho para o hardcore, até, do dinheiro que gastei sem tê-lo disponível, a rodos, nem quero fazer contas porque acho que ainda não tenho idade para ter uma embolia, do encerramento a toque de chouriço, cerveja e caracolada, pão, vinho e graçola brejeira, e do desenlace mesmo, mesmo, final, em que tive de ajudar a desempanar um carro, mostrando competências no capítulo automóvel que me garantem um perfil de macho do caralho apesar de ter muito pouco pêlo. Foi bonita a festa, pá. Então não?
Publicada por pedro vieira em 19.5.09 4 comentários
manifesto hedonista my ass
acabo de ler a potência de existir do michel onfray e não topei com uma única referência a tardes regadas a couratos e minis.
Publicada por pedro vieira em 18.5.09 2 comentários
radiotelevisão
mais do que ter os globos de ouro Ruca sonhava com pelo menos um mangalho de bronze.
Publicada por pedro vieira em 18.5.09 1 comentários
mariquinhas pé-de-salsa
prova de fé era levarem o cristo-rei ao santuário de fátima, caralho.
Publicada por pedro vieira em 18.5.09 6 comentários
feira do livro # 8
é certo, a porto editora é casa de gratas memórias, quem mais nos anos 80 teve campanhas de televisão alusivas a dicionários com o this charming man dos smiths em som de fundo, pois, ninguém, mas nos dias que correm fazer jornadas de feira do livro e papar o som ambiente daquela rapaziada a toque de andré sardet e U2 e outros demónios faz lembrar ainda com mais saudade a tropa fandanga do morrissey, aliás, hang the dj é a frase que mais campeia na minha cabeça. ai quem me dera.
Publicada por pedro vieira em 17.5.09 2 comentários
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Publicada por pedro vieira em 17.5.09 2 comentários
amizades imperfeitas # 92
Sandro tece rasgadas loas à obra ao negro, Ruca considera que o andaime é mesmo o lugar dessa gente.
Publicada por pedro vieira em 15.5.09 0 comentários
feira do livro # 7
- olha, podia ver se aqui há a colectânea do Al Berto
- qual Alberto?
- o Al Berto
- qual Al berto?
- espera, aqui não... confundi a almedina com a assírio & alvim
- qual Al berto?
- não é Alberto, é Al Berto
- qual Alberto?
- olha, eu vou andando para cima
uma feira do livro ou se faz com diálogos ou não se faz de todo, foda-se
Publicada por pedro vieira em 14.5.09 4 comentários
politólogos imperfeitos
para Ruca bloco central é aquela parte que concentra o piço e os colhões.
Publicada por pedro vieira em 13.5.09 4 comentários
vieira's got talent
é por ver casos como o da susan boyle que eu acredito que este blogue ainda vai ser do caralho. mas com menos buço.
Publicada por pedro vieira em 13.5.09 2 comentários
a feira do livro # 6
tratem-me por Ismael. há alguns anos - não interessa quando - achando-me com pouco ou nenhum dinheiro na carteira, e sem qualquer interesse particular que me prendesse à terra firme, apeteceu-me voltar a navegar e tornar a ver o mundo das águas, pelo que cirandei pela feira do livro para testemunhar as bátegas de água que nunca falham no certame do Parque eduardo VII, clássicas, muito molhadas, feira molhada feira abençoada é mas é o caralho, catástrofe do transeunte e das registadoras, e atenção, eu sou um tipo que aprecia e muito as humidades, até demais, mas ver chover dentro e fora dos novíssimos pavilhões é coisa que me maça, depois ainda querem que um gajo deixe de lhes chamar barracas, é o deixas, o paraíso da goteira conseguiu arruinar-nos um teclado e outras minudências, naquela que foi uma tentativa da natureza no sentido de incentivar a tradição do livreiro que não usa computador, que tem tudo na cabeça, inclusive água do chuva e cola de pistola liquefeita. Com o escassear de leitores as atenções no meu corredor estavam viradas para o estóico carteiro Paulo, mais o seu gato preto e branco, que continuava a acenar repetidamente às poucas crianças preparadas para um dia de natação forçada nas ladeiras da feira, o carteiro Paulo que vim a descobrir tratar-se de uma rapariga fantasiada com monumentais peluches e esponjas, era gajo para dizer que o caos das identidades sexuais tinha chegado ao Parque, não fosse dar-se o caso de ele (Parque) já ter a sua fama e proveito de há muitos anos para cá, é só deixar anoitecer e mirar as bermas, o carteiro Paulo como inimigo público da saúde mental das crianças, que rico balanço do dia numa feira do livro, os editores a quererem lançar a confusão na cabeça dos petizes, isto numa terra em que agora até a boiolagem quer dar o nó e as mulheres querem votar e fumar, deixámos cair os papás marcelo e o thomaz e agora saíu-nos na rifa um país destes. Definitivamente, quem anda à chuva molha-se.
Publicada por pedro vieira em 11.5.09 0 comentários
feira do livro # 5
plantar aqui a expressão feira do livro é um engodo, um pretexto, como naquela história tantas vezes glosada do busto de napoleão, afinal durante o dia de ontem foi difícil fugir à minha tendência de subir o parque encostado à esquerda, como é meu hábito em todos os assuntos e mais alguns, entre outros, e lá fiquei a balançar no eixo assírio e alvim - relógio d'água - roulotte das imperiais, acho até estranho que a colecção b.i. seja uma parceria entre as duas primeiras e a cotovia, quem sabe um dia a malta dos hamburgers e dos croissants panike não tem algo a dizer sobre o machado de assis, capitu mordeu ou não mordeu o cachorrão especial, enfim, dúvidas que nem sequer interessa esclarecer. Por falar em relógio d'água, diz que a blanche dubois de um eléctrico chamado desejo garantia confiar sempre na generosidade de estranhos. Se conhecesse a maralha da assírio ficaria a conhecer a generosidade dos camaradas de profissão que faz com que um gajo perca a cabeça, o tino ao nib e a saúde da coluna, aliás, maldita escoliose dextro-convexa (as minhas costas estão a curvar-se para a direita, é coisa que acontece muito com a idade, vide caso do senhor doutor da comissão europeia) que me obrigou a deixar os livros comprados na barraca do editor à espera de um dia em que siga direito a casa, com a mochila enfunada e sem mais distracções. Já ontem o entardecer metia repasto e volta ao bilhar grande que são umas pataniscas em forma de pastéis de bacalhau - pelo-me por transformismos - e foi nesse mesmo repasto que uma das convivas espantou a mesa com a referência ao título "Filhos de Torremolinos". O choque e pavor, ninguém o reconheceu, um livro-farol que terá proporcionado a manuel arouca a inspiração para o mítico "filhos do sol" e eu a pensar que Torremolinos e literatura não casavam, que aquilo era apenas uma monumental Quarteira ou, na melhor das hipóteses, uma tasca na rua das portas de santo antão. Afinal o autor de tão temerária saga até empochou um pulitzer, por esta e outras obras; nesta acompanha-se um grupo de jovens numa história based on illegal drugs, pleasure and machismo in exotic locales, diz-se até que os saudosos pândegos dani, sá pinto e dominguez já vieram negar ter servido de inspiração. E assim vai o mundo das letras, regado a vinho a martelo, ginja e vaselina, que também marcou presença no dito jantar, e isto não é uma blague. Habituem-se, como disse uma vez o pequenote do PS.
Publicada por pedro vieira em 8.5.09 6 comentários
querelle
joão peste y sus muchachos a servirem de interlúdio enquanto dura a interrupção do domingo desportivo, circa mil nove e oitenta e muitos. a rtp já foi muito, mas mesmo muito melhor.
Publicada por pedro vieira em 7.5.09 4 comentários
amores imperfeitos # 168
Sandro é um fã incondicional de Tudo o que é sólido se dissolve no ar, Carina estranha que já haja livros sobre a reputação do Dias Loureiro.
Publicada por pedro vieira em 7.5.09 0 comentários
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o novo jornal i tem um blogue sobre livros, o que é uma excelente notícia. em relação a greves do sexo o vírus ainda não alastrou a portugal, o que sendo uma não-notícia também é uma excelente notícia.
Publicada por pedro vieira em 7.5.09 1 comentários
uma casa work in progress
o blogue casa rua do passadiço continua em marcha. em querendo é visitar, seja mirone ou interessado, voyuer fetichista ou capitalista.
Publicada por pedro vieira em 7.5.09 0 comentários
quem se queixa dos efeitos da crise em portugal não sabe o que é sofrer
Publicada por pedro vieira em 7.5.09 0 comentários
feira do livro # 4

amigos para siempre means you'll always be my friend e eu a achar que a filosofia de bolso do josé carreras cada vez tem mais aplicações, antes filosofia que bilhar dizem os mais kantianos, gente que irá morrer virgem e que nunca sairá da santo antónio dos cavaleiros natal, tenho a certeza, o bilhar tem as suas virtudes, catano, mas este post é sobre livros e derivados, sobre feiras, sobre a feira, para a qual sou atraído mesmo nos dias em que não estou lá na labuta, saio lampeiro do shopping center e aí vou eu, sobe e desce e carteira sob controlo mais ou menos férreo, ontem foi um dia desses, poupadinho, numa feira que é um objecto com o qual tenho uma relação fusional, para lá da simples relação simbiótica – aprendi esta com uma amiga que me anda a introduzir à psicologia, benza-a deus – e nesse rol de relações proporcionam-se momentos como o de ontem, 5 de maio, com umas imperiais mandadas abaixo na companhia de certos e determinados representantes de uma editora de culto, séria, respeitável, aliás, eu próprio respeito muito as imperiais e a sabedoria implícita à sua (delas) ordenha, outras gramáticas, o mesmo encantamento que se vai tendo com as literaturas, e foram esses marmanjos que me despertaram para a feliz coincidência que encima este post, os camaradas das edições avante paredes-meias com a ex-camarada zita, que lapso freudiano tão gostoso, aí está a psicologia de novo ao ataque, diria até que a frase estampada no interior wc municipal, mesmo ao fundo da ladeira foi criada propositadamente para ilustrar o erotismo latente entre estes dois pavilhões: "tenho o meo caralho xeio de tenssão". se quiserem libertá-la, à tenssão, a gente promete que não olha.
Publicada por pedro vieira em 6.5.09 3 comentários
detesto quando me arrancam a infância aos bocados
Publicada por pedro vieira em 5.5.09 4 comentários
a feira do livro # 3
um post que resume muito, muito sucintamente um dia de trabalho com momentos altos, a saber: o senhor líder da comissão europeia a visitar as barracas com olhos de ver, sabendo que conta com o apoio do nosso primeiro, e que não conta com o apoio do senhor que encabeça a lista do nosso primeiro, esse mesmo a quem os ex-camaradas quiseram dar uns mimos do 1º de maio que não em forma de livro, ainda dizem que a literatura é que complica as vidas, balelas, um parágrafo de politiquice verte mais sangue e rancores que um livro todo da mafalda ivo cruz, adiante, um outro senhor que garante "toda a vida pensei que bela bartók fosse uma mulher, com este nome..." e tirou a limpo a questão na nossa barraca, que alegria, viva a cultura, a feira do livro e os bonecos da olá que vão mimando as crianças-visitantes, o bafo a churros e o carteiro paulo, homem vestido de monumental peluche para também agradar aos pequenotes, o postman pat está aportuguesado num curioso movimento contrário à utilização de estrangeirismos, e o seu gato preto e branco e tudo, e mais os canapés da porto editora que aniversariava (isto existe?) nesse dia e nos quais não consegui fincar o dente, e mares e mares de gente e aquele fulano com quem andei na escola e que usava um abre-garrafas ao pescoço, agora cheio de cãs e ar respeitável dentro do género tatuador de topo, e o oliveira da antígona a quem fui apresentado e a quem apertei o bacalhau, bastando dois dedos da minha mão, que é como quem diz, de conversa, para garantir que ele é um refractário, pelo menos farpas verbais não lhe faltam, é o que se quer. ao fim do dia o adio, adieu auf wiedersehen goodbye em forma de fartura. gosto tanto de brincar aos clássicos.
Publicada por pedro vieira em 4.5.09 0 comentários
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está aí a LER de maio e eu com ela. para matar saudadinhas de todas as ilustras até março de 2009 é ir ao sítio do costume.
Publicada por pedro vieira em 4.5.09 0 comentários
falar da crise
o Rui Santos está a falar do União de Leria x Olhanense com uma gravata Carolina Herrera na peitaça.
Publicada por pedro vieira em 3.5.09 2 comentários
a feira do livro # 2
a lógica do discurso em forma de barrete continua, de ano para ano, sempre aquela propensão irresistível para o adágio engana o menino e come-lhe o pão, e este ano suportado até pelo site da organização da Feira, com antevisão de "livros do dia" e respectivas tabelas de preços, os "livros do dia", aqueles pelos quais se deveria suspirar, com descontos que deveriam mesmo valer a pena, os míticos 40% que fazem um gajo rabiar de alegria, que potenciam até a compra precipitada, gulosa, e no entanto todos os anos o chico-espertismo propagandista atira areia para os olhos do visitante, anunciam-se "livros do dia" com o banalíssimo desconto de 20%, aquele que se encontra em qualquer livro em qualquer dia de feira há anos a fio. Por exemplo, vai-se à antevisão do dia 2 de maio e depara-se com "a ofensa" da porto editora, que custa 13,90€ e que vai estar à venda por 11,12€, "leonardo da vinci e o seu tempo" vendido na cavalo de ferro por 16,80€ quando custa habitualmente 21€, "turandot" da kalandraka vendido por 16€ quando o preço de editor é 20€. Ou seja, um gajo até pode ser geneticamente fraquinho a matemática, é a chaga portuguesa juntamente com o josé cid, fenómeno que insistem em tornar indie, recuperando-o pela 117ª vez com concertos no maxime, mas não é difícil perceber que estes descontos não são de 40%, são até um tudo-nada embusteiros, vá. Não se aproveitem da nossa debilidade com os números para nos embarretarem com as letras, foda-se.
Publicada por pedro vieira em 1.5.09 4 comentários
mesmo com a crise na indústria e nos sopradores de vidro
o Vital foi ao martim moniz para sair de lá com uma marinha grande.
Publicada por pedro vieira em 1.5.09 4 comentários














